Terça-feira, Agosto 03, 2004

Vieram a público, ontem, as notas da segunda fase dos exames nacionais.
As médias reveladas são, no minimo, chocantes - as declarações que se lhes seguiram também.
Falando da área de ciências - em foco no noticiário - dizia-se que a média das disciplinas de Matemática e Fisica oscilava entre os 5 e os 7 valores , variando , ligeiramente conforme se incluia ou não os externos , ou seja os alunos que, sem a frequência de estabelecimentos de ensino, se auto propõem aos exames.

A primeira impressão que registei, e que vem fundamentar um receio que sinto, como mãe de estudantes, é que é indiferente frequentar a escola ou não, já que os resultados obtidos pelos alunos internos e pelos externos é muito semelhante. Interrogo-me, uma vez mais, se os nossos filhos estão a ser devidamente preparados nas escolas. Pergunto-me se, perante evidências tão lamentáveis , não estaria em tempo de serem avaliados os professores , os processos e métodos de ensino, etc.

Dizem os antigos que "agora as crianças já nascem com os olhos abertos". Bastante me admira que, habituados a lidar com alta tecnologia, rodeados de informação e com acesso a todo o tipo de instrumentos de desenvolvimento intelectual, as crianças e jovens de hoje, dotados, quer pela natural evolução da espécie, quer pelos meios que dispõem, não consigam ultrapassar a mediocridade no que respeita ao ensino.

É evidente que a significativa melhoria das condições sócio-económicas e a consequente abundância e facilitismo tem retirado às gerações recentes alguma responsabilidade e ambição, outrora geradas pelas necessidades que se impunham. As dificuldades em arranjar emprego bem como a desmotivação gerada por um ensino descoordenado e inacessível, onde os cursos intermédios não têm peso nem saída e as entradas na Universidade se transformaram em verdadeiras utopias, acabam por gerar o desalento, o desespero, a preguiça e a indiferença que caracterizam alguns alunos.

Alguém disse no noticiário que o ensino estava de sáude e se recomendava. Disse ainda que os resultados dos exames são a avaliação da aprendizagem conseguida pelos estudantes, do seu empenho - e são. Mas afinal qual é o papel dos professores ? Estes péssimos resultados não serão também o espelho do desempenho dos professores, que não é avaliado nem posto à prova? Os alunos aprendem o que lhes ensinam!
Só por curiosidade gostaria de ver os resultados que alguns professores obteriam na resolução daquelas mesmas provas, que segundo a mesma fonte noticiosa, até continham erros - pasme-se!

Mais se dizia - não se pode duvidar da qualidade do ensino porque até houve alguns alunos com notas excelentes. Agora eu pergunto quantos? Eu pergunto se esses não estão enquadrados num pequeno grupo cujos QI são muito acima da média.

Digam o que disserem, Portugal não está repleto de crianças e adolescentes retardados e débeis mentais que não conseguem atingir os níveis mínimos de conhecimentos. Suponho que está na hora de se ir ao fundo da questão.
Há muita desmotivação - porquê? Que formas e métodos estão a ser utilizados pelos professores ?
Creio que se a qualificação profissional e os vencimentos dos professores fossem obtidas através das notas atingidas pelos respectivos alunos, em exames anuais, quero crer que os nossos filhos iriam muito melhor preparados para os exames nacionais e para as Universidades.

O mais caricato ainda foi a frase - há que baixar as médias de entrada nas universidades para que os alunos possam prosseguir os estudos, em vez de - há que averiguar onde estão os erros e superá-los por forma a que seja utilizado o potencial dos estudantes e para que se melhore o nível cultural do povo português que é muito baixo.

Alguns pais não têm habilitações para julgarem, eles próprios , os métodos de ensino e avaliação, outros não têm tempo nem interesse e outros tem receio - " porque os professores têm a faca e o queijo na mão"- pelo que não interferem e mantêm-se à margem da vida escolar. Mais uma vez temos o que merecemos.

Evidentemente que este não é um assunto tão importante como a rotunda, ou a política mariense, mas preocupa-me e bastante.


Segunda-feira, Julho 19, 2004

Ora bem , lá vou eu debruçar-me,  mais uma vez,  sobre um assunto daqueles que dá pouco que fazer ao povo  mas que me dá que pensar.
OTL- Ocupação de Tempos Livres - Programa criado, suponho eu, para ocupar os tempos livres dos jovens da faixa etária dos 16 aos 18, proporcionando-lhes em simultâneo um primeiro contacto com o mundo do trabalho - trabalho, não emprego - e até cimentando ou  promovendo a descoberta de  opções vocacionais.
Não faço a mínima ideia de quem promove e coordena o programa na ilha, desconheço também  o indice e tipo de  aderência de empresas e entidades ao projecto, mas, parece-me que funciona mal e muito aquém dos seus  objectivos iniciais.
Senão vejamos:
- No acto da inscrição não é feita qualquer referência às aptidões ou tendências vocacionais dos inscritos. Para exemplificar, um jovem que pretenda seguir a área de saúde deveria ficar colocado no C.Saúde pois é a oportunidade que tem de  contactar e de certificar-se da sua vocação.
- Este programa tem datas fixadas, mas passada que é mais que uma semana do seu início muitos dos jovens colocados ainda não estão a trabalhar, outros não têm horários e estão sentados em secretárias a "olhar para o boneco" - a primeira impressão que se lhes oferece do mundo do trabalho , não deixando de reflectir alguma  realidade , é, sem dúvida muito pouco abonatória.
- Acontecendo este projecto numa época alta de férias, nota-se que evitam dar responsabilidades aos jovens que poderiam substituir parcialmente funcionários ausentes , ensinando-lhes funções efectivas , mas optam por colocá-los  de cenário , o que é muito  incentivador.
- Havendo muitas actividades a desenvolver, suponho que o trabalho dos  inúmeros jovens inscritos  poderia ser muito mais bem aproveitado em proveito da realização pessoal  destes bem como da própria Ilha. Passo a inumerar algumas que me ocorreram e que aqui deixo pois pode ser que alguém se lembre de as concretizar:
 
1- As crianças entre os 5 e os 10 anos, cujos pais trabalham, não tem ocupação durante o tempo de férias, acabando estas por se tornar um verdadeiro tédio. Existindo espaços disponíveis ( estou a lembrar-me do edificio da zona franca) poderiam ser criados atelliers de entretenimento, com jogos, artes plásticas, lavores, música, dança, etc.
2- Algumas crianças terminam os anos lectivos com manifestas dificuldades em português ( escrita e leitura) e matemática. Jovens com aproveitamento escolar  adequado poderiam  durante uma hora ou duas  trabalhar com essas crianças preparando-as para um melhor inicio de um novo ano lectivo.
3- Nas nossas zonas balneares, podemos ver inúmeras crianças que sabem nadar - aguentam-se em cima de água - mas que não tem nenhuma segurança porque desconhecem os movimentos correctos. Jovens do OTL com alguma preparação poderiam naquelas zonas ,  ensinar a nadar correctamente as  crianças cujos pais manifestassem  interesse.
 
Ideias não faltam, se calhar já se lembraram de tudo isto e existem dificuldades de concretização , mas  na minha opinião o programa OTL está cada vez mais desadequado e desaproveitado.
 
Fica a minha mensagem aos responsáveis. 
 

Quarta-feira, Julho 14, 2004

Quem muito corre, depressa se cansa e assim foi a blogosfera mariense.
Eu sou uma das resistentes ... mas muito fraquinha!
Por falta de tempo, por falta de tema ou por decepção, salvo raras excepções, não há novidades nos blogs marienses.
Embora os contadores de visitantes continuem aumentando, não se consegue criar um debate válido porque os únicos post's com comentários são os de cariz político ou com uma pitada de mal dizer.
Se escrevermos sobre questões como a saúde, a educação, a cultura, ou outras fundamentais para o real desenvolvimento de S.Maria, assuntos muito mais pertinentes que rotundas e inaugurações, ninguém se manifesta parecendo que tudo é ouro sobre azul, nesses domínios.
Eu pessoalmente tenho pouca vocação para andar a alimentar politiquices e politiqueiros, por isso vou escrever sobre um assunto neutro e sem interesse.

Existir, é nos dias de hoje sinónimo de ser consumidor - existo, logo consumo.
Consumo bens alimentares, consumo confecção, consumo materiais de construção, consumo serviços. Sou obrigada a consumir. Inevitavelmente tenho de consumir.
Consumindo estou pagando, mesmo quando esse acto é feito através de impostos, e isso transforma-me num cliente. Ninguém me dá nada de graça.
Um cliente deve ser atendido e tratado como tal, no mínimo com o respeito que um ser humano merece. Infelizmente e salvo rarissimas excepções somos atendidos como se nos estivessem a fazer um grande favor. Fazem-nos sentir inoportunos, incomodos, enquanto esperamos pacientemente, por vezes em filas , que interrompam as suas conversas ou tão pouco que levantem os olhos para nos fixarem fulminantemente com ar de quem vai ser submetido á enorme maçada que é atender-nos. Isso para já não falar dos nossos direitos de consumidores que são continuamente defraudados.
Para quê qualquer esforço ? Independentemente do atendimento nós vamos continuar a consumir .... bens alimentares fora de prazo, os produtos que os vendedores entenderem até que se esgotem os stocks em armazém, máquinas que avariam rápidamente, reparações caríssimas que não resultam, vestuário que é adquirido nos saldos do P.Atlantico e vendido como nova colecção, consultas com médicos que nos são impostos, seguros que asseguram bem pouco, etc.
E pasme-se, se reclamamos, ou não podemos, ou no mínimo não devemos.
Já diz o povo - é pagar e não bufar!

Domingo, Junho 13, 2004

SANTOS,SANTAS E PROCISSÕES

Pessoalmente não tenho nada contra a Drª.Lucília e até acho que a senhora dinamizou bem os projectos que estavam aprovados desde 2000. Um bocado mais apagada depois do congresso do PS onde me parece que lhe cortaram as ilusões(o lugar de Presidente é para a Nélia Figueiredo suportada pelo Carlos Arruda) e quase esquecida depois que terminou o anonimato do Olhómetro, já pouco se ouve falar de Santa Lucília excepto quando se discute a utilidade e estética das rotundas.
De onde surgiu o " SANTA" nem me lembro mas que está assumido é um facto .... vamos a caminho da beatificação...
Daí até passarem a desenhar as iniciais da SRHE nos tapetes de flores que ornamentam a rua para a passagem das procissões foi um passo.
Pelo Santo Cristo ainda dei o beneficio da dúvida - foi obra dos trabalhadores sem o conhecimento da Delegada, sim porque a Santa não sai à rua nas procissões, ao contrário do que seria de esperar é mais fácil vê-la pelas nights - pelo Corpo de Deus repetiu-se a cena.
Será que SRHE tem algum significado religioso que desconhecemos?
Por outro lado desapareceu da janela a magnifica colcha, essa sim com os"brazões" da secretaria, e as bandeiras, como manda o protocolo e que dão um ar de pompa e circunstância.
Já pelo contrário merecem os parabéns dois magnificos tapetes de flores, um à subida de Santo Antão outro frente ao T.S.Dobreira ... esses sem qualquer interesse político .
Há coisas de santos que são de bradar aos céus!

Quinta-feira, Junho 03, 2004

Acabei de receber o nosso costumado, desactualizado e atrasado Baluarte... mas não temos outro ...
À falta de melhor chamou-me a atenção um artigo do Professor Rui Curado " Dá que pensar? Oh se dá!"
Não pude deixar de concordar com a maioria da prosa, mas não me contive de acrescentar uns senãozitos que já tenho ventilado noutros post's e noutros discursos.
Caro Sr.Professor, os exames da escola de ontem, que serviam para avaliar os alunos, hoje, mais do que nunca, deviam existir para esse fim e sobretudo para avaliar os conhecimentos transmitidos pelos professores, quando estes, por si só, perante turmas que apresentam insucesso traduzido por apenas 3 ou 4 positivas não se indagam acerca dos seus métodos de ensino. Dá que pensar? Oh se dá!
Quando fala dos quatro primeiros anos serem leccionados por um só professor, cumpre-me acrescentar que os alunos do 2ºano da Escola do Aeroporto já tiveram no corrente ano 6 professores. Dá que pensar? Oh se dá!
Quanto ao número de disciplinas, sobretudo as dezassete do terceiro ciclo só resta mesmo dizer .... dá muito que pensar. Mas a avaliar pelo nr. de professores desempregados, provavelmente ainda são poucas ....
Relativamente aos psicólogos, para além de avaliarem situações de sobrecarga, não só horária, seria agradável que fossem capazes de orientar as aptidões e preferências, por vezes camufladas dos alunos... uns por falta, outros por excesso de sucesso escolar, ou por falta, ou por excesso de meios. Poderiam também aproveitar os psicologos para acompanharem alguns docentes com notórios desvios de comportamento.
Acabaram, ou andam esquecidas, as profissões "não nobres", mas preciosas. Acabada a escolaridade obrigatória, aquela que faz de Portugal um país de gente culta (dá que pensar), os jovens vão para casa votados a total abandono. As suas aptidões não foram avaliadas, nem aproveitadas, nem desenvolvidas.
Relativamente à prática desportiva, quem de nós já não viu filmes sobre desporto e escolas americanas? É uma realidade que naquele país só podem praticar desporto qualificado, alunos com determinada média de aproveitamento escolar. Evidentemente que as participações de alguns alunos em campeonatos desportivos os prejudica em relação aos demais. Em última instância cabe às Direcções Regionais da Educação e do Desporto conciliar esforços de modo a que os bons desportistas não sejam penalizados pela coincidência de calendários desportivos e escolares, nomeadamente através de aulas extra, ou será que os senhores professores que gozam de excesso de férias não teriam um tempinho para esse efeito? O desporto é tão válido quanto a educação. Já em contrapartida, não dão que pensar as ausências dos professores .... tudo depende do prisma de quem pensa ...
Em última análise cabe aos pais decidir se os educandos devem ou não participar nas provas desportivas, com as inerentes consequências. Já agora convém lembrar nomes de alguns alunos marienses que foram agraciados com prémios de melhores alunos na referida escola e nos jogos desportivos escolares - André Carreiro, Carlos Sousa, Angela Pimentel, Bruno Braga.
Andam muitas coisas a dar que pensar a determinados docentes, sobretudo a falta de consistência nos conhecimentos transmitidos, sobretudo quando os alunos se apercebem disso. Dá que pensar? Oh se dá, e muito! Por isso venham exames, venham avaliações decentes para alunos e professores. Está de necessidade!


Quarta-feira, Maio 12, 2004

Não se pode estar uns tempos ausente que mudam tudo.
Quase não conseguia entrar no blog ...
Por analogia anteontem quase não conseguia entrar na Vila.
Parafraseando o Sr.Olívio de Couto , um prego que se pregue em S.Maria é um prego que aqui fica. É ponto assente que rotundas, triângulos, jardins, etc, desde que caibam no espaço existente, e que tragam algum beneficio e/ou beleza , são sempre uma mais valia.
Mas porquê complicar circuitos que eram tão simples quanto funcionais? Se queriam dar um "arzinho de citadino" às nossas vias podiam tê-lo feito utilizando o riscado estipulado para o efeito , bem mais económico e menos perigoso, do que os triângulos com que nos andam a "empastar", transformando as vias em verdadeiros cubículos.
Enquanto a tendência mundial é simplificar, alargar, melhorar, a nossa ilha continua a remar contra a maré, ou será que anda aí alguém tarado por labirintos ?
Por outro lado espero que com tanta obra nas imediações não se esqueçam de recuperar a calçada da subida de S.Antão.
Relativamente à Rotunda, cuja necessidade continuo a achar discutível, para além de estrangulada pelos já referidos "chiquérrimos triângulos" têm "plantados" a meio três lindissímos pedregulhos. Como a obra ainda não terminou vou dar o benefício da dúvida e esperar que tenham contratado algum escultor famoso para vir amenizar tamanha falta de estética. Do outro lado a nossa querida representação da ilha , mantêm-se hirta, podiam eram tirar-lhe aquele verde arrepiante e deixá-la cor de pedra.
Estou mesmo a ver os turistas a sairem do hotel Cinco, confortávelmente instalados num enorme veículo, de dois andares, com ar condicionado e o guia turístico ( será que há algum na ilha - que fale pelo menos inglês) - a explicar, enquanto o condutor tenta em vão enfiar o veículo na estreita passagem : - este pedregulho vem da idade da pedra lascada ....
Mas é tudo uma questão de gosto.
Continuo a achar que S.Maria anda com as prioridades ao Deus dará. Deu-lhes para isto... que se há-de fazer?
Maria

Segunda-feira, Abril 12, 2004

Geralmente de manhã preciso de algum tempo para "acordar" e hoje, ainda cedo ao passar na Avenida de S.Maria fiquei em sérias dúvidas se estaria ainda a sonhar.
Num chamativo cartaz dizia-se que aumentou o número de médicos.
Ora eu, que ando há dias para ir ao C.Saúde e só não vou porque não tenho vida para passar seis horas nas urgências, já para não falar que não consigo marcar consulta para a minha médica de família , ainda pensei lá ir. Provávelmente, e a avaliar pelo cartaz e pela estratégica colocação , teríamos o nosso quadro médico devidamente preenchido.
Obviamente que continua tudo na mesma.
Ainda não consegui perceber se as demoras a que estamos sujeitos no serviço de urgências se devem á exaustão dos dois médicos que estão no momento na ilha, ou se eles próprios estão a tentar forçar a população a tomar atitudes que chamem verdadeiramente a atenção para a situação de rotura em que se encontra o C.Saúde V.Porto ou, finalmente, se lhes dá jeito ($$$$$$) que assim seja e pretendem que os doentes deixem de lá ir para não os incomodarem . Se ninguém se queixa é porque está tudo satisfeito.
Recentemente estive naquele serviço, desde as 13.45 até às 16.15 sem que entrasse um único doente ou tão pouco houvesse alguma urgência - o médico de serviço estava a passar uma certidão de óbito .... estava toda a gente indignada, crianças irrequietas, toda gente falando entre dentes mas ninguém pediu o livro de reclamações. Exaustão ou desrespeito ?
O nosso dentista do CS adoeceu - está no seu direito. As consultas de Maio foram adiadas para Julho. Foi-me dificil explicar a uma criança, a cuja escola foram fazer campanhas de higiene e prevenção dentária , que teria de aguardar tanto tempo para acabar um tratamento, caso não a pudesse levar a um particular.
Evidentemente que com tanto dentista na Ilha o CS poderia ter contratado alguém para substituir o médico ausente - informaram-me que o orçamento não comportava tal encargo. Felizmente que as horas extra que se fazem a mais, pela falta de outros médicos, terão sido devidamente previstas e orçamentadas ou será que anda alguém a trabalhar de graça ?
Enfim, temos o que merecemos mas também não precisam de nos esfregar lixo político e mentirada eleitoral pelos olhos dentro.
Aumentou o nr. de médicos? Onde? Onde ?!!!!!!

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